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Psicoterapia Reencarnacionista

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma moderna Escola psicológica, que agrega para a Reencarnação. Visa ajudar a todos nós para mudarmos a imagem que temos da nossa infância e dos fatos, pessoas, situações da nossa vida para a visão que o nosso Espírito e os nossos Mentores Espirituais têm a esse respeito. É o que chamamos “Versão-Persona” X “Versão-Espírito”. Esse é o modus operandi da Psicoterapia Reencarnacionista e, por isso, requer um tratamento de alguns meses e não apenas sessões de Regressão.
A Psicoterapia Reencarnacionista começou a estruturar-se em 1996, em Porto Alegre, com o médico Mauro Kwitko (desde 2009 auto licenciado do Conselho de Medicina para poder dedicar-se livremente a essa missão).
É uma nova Escola de Psicoterapia e a diferença fundamental entre ela e as demais é que a Reencarnação é o seu elemento básico e a partir daí é que o tratamento estrutura-se.
Na verdade esta terapia é uma regressão consciente com um diferencial: é consultado seu mentor para saber o que é importante para sua vida hoje e o que não é. Para que se aproveite melhor sua encarnação.
Atualmente conta com Curso de Formação em 11 estados do Brasil, ministrado por 30 Ministrantes de Curso, cerca de 1500 psicoterapeutas formados atuando em mais de 100 cidades do Brasil. Os seus pilares são:
1. A mudança da “versão-persona” para a “Versão-Espírito”, em que o comando dos nossos pensamentos vai, gradativamente, passando do nosso ego para o nosso Eu Superior.
2. A Personalidade Congênita (padrão comportamental similar ao atual, que viemos revelando há várias encarnações) e onde encontramos a nossa proposta de Reforma Íntima.
3. Relembrar para o que reencarnamos, a nossa programação pré-reencarnatória, e iniciarmos uma verdadeira Reforma Íntima, para oportunizarmos um real aproveitamento dessa atual encarnação, o que geralmente não vem acontecendo há séculos ou milhares de anos.
4. A busca de resgate com antigos desafetos, através de uma releitura de nossa infância (baseada no “Por quê?” e “Para quê?” e o que nossos Mentores possam ir nos mostrando nas sessões de Regressão.
Essa nova Psicoterapia nasceu com a finalidade de trazer à Psicologia e à Psiquiatria uma possibilidade de expansão nunca antes imaginada. A Reencarnação é agregada aos conceitos psicológicos e psiquiátricos, criando uma nova maneira de encarar os conflitos de todos nós. A infância deixa de ser considerada o início da vida e passa a ser vista como a continuação de nossa vida eterna; a nossa família não é mais um conjunto de pessoas que se uniram ao acaso por laços afetivos e, sim, um agrupamento de Espíritos unidos por laços kármicos, as situações que vamos encontrando no decorrer da vida não são aleatórias e, sim, reflexos, consequências, decorrências de nossos atos passados, necessidades para nosso projeto evolutivo espiritual.
A Psicologia atual, herdeira de uma concepção religiosa não-reencarnacionista, enxerga a nossa vida apenas desde a infância e, por isso, limita seu campo de ação a uma fração mínima da nossa existência. Ela trabalha com um conceito equivocado que é a Formação da Personalidade, pois afirma que não existíamos antes. Considera, então, que nossas características de personalidade originam-se lá no “início da vida”, bem como nossos sentimentos negativos, pela conjunção de fatores genéticos, hereditários e ambientais. Tudo originou-se lá, obrigatoriamente, pois nada havia antes. Mas e as nossas encarnações passadas? Na nossa vida encarnada anterior não tínhamos uma personalidade? Evidentemente que sim, então não é razoável e de bom senso pensar que somos a continuação daquele que fomos nessa vida anterior à atual? Isso derruba o conceito de Formação de Personalidade e cria um outro conceito, revolucionário, evolucionista, clarificador, o de Personalidade Congênita, um dos pilares básicos da Psicoterapia Reencarnacionista. E nossos familiares, nosso pai, nossa mãe, nossos irmãos e demais parentes? Dentro dos princípios reencarnacionistas sabemos que somos Espíritos ligados por cordões energéticos de afinidade e de divergência. Esses cordões é que regem a nossa aproximação e isso explica as simpatias e as antipatias entre familiares, até mesmo ódios e aversões. E por que nos aproximamos novamente? No caso da afinidade, para continuarmos juntos em um projeto de amizade, de um trabalho em conjunto, no caso da divergência, para fazermos as pazes, nos harmonizarmos, nos amarmos. E essa última questão é um dos principais assuntos nas consultas de Psicoterapia Reencarnacionista, quando tratamos conflitos entre pais e filhos e entre irmãos. Agregando a Reencarnação à Psicologia cria-se uma nova Psicologia, baseada na nossa vida eterna, na nossa busca de evolução espiritual, de purificação.
A Psicologia atual, herdeira de uma concepção religiosa não-reencarnacionista, enxerga a nossa vida apenas desde a infância e, por isso, limita seu campo de ação a uma fração mínima da nossa existência. Ela trabalha com um conceito equivocado que é a Formação da Personalidade, pois afirma que não existíamos antes. Considera, então, que nossas características de personalidade originam-se lá no “início da vida”, bem como nossos sentimentos negativos, pela conjunção de fatores genéticos, hereditários e ambientais. Tudo originou-se lá, obrigatoriamente, pois nada havia antes. Mas e as nossas encarnações passadas? Na nossa vida encarnada anterior não tínhamos uma personalidade? Evidentemente que sim, então não é razoável e de bom senso pensar que somos a continuação daquele que fomos nessa vida anterior à atual? Isso derruba o conceito de Formação de Personalidade e cria um outro conceito, revolucionário, evolucionista, clarificador, o de Personalidade Congênita, um dos pilares básicos da Psicoterapia Reencarnacionista. E nossos familiares, nosso pai, nossa mãe, nossos irmãos e demais parentes? Dentro dos princípios reencarnacionistas sabemos que somos Espíritos ligados por cordões energéticos de afinidade e de divergência. Esses cordões é que regem a nossa aproximação e isso explica as simpatias e as antipatias entre familiares, até mesmo ódios e aversões. E por que nos aproximamos novamente? No caso da afinidade, para continuarmos juntos em um projeto de amizade, de um trabalho em conjunto, no caso da divergência, para fazermos as pazes, nos harmonizarmos, nos amarmos. E essa última questão é um dos principais assuntos nas consultas de Psicoterapia Reencarnacionista, quando tratamos conflitos entre pais e filhos e entre irmãos. Agregando a Reencarnação à Psicologia cria-se uma nova Psicologia, baseada na nossa vida eterna, na nossa busca de evolução espiritual, de purificação.

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Contato: 11-4702-0331

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Mônica H Louvison

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Bióloga, Acupunturista e Massagista, há 14 anos e mestre em Reiki.